Este encontro especial marca o culminar de um rico intercâmbio entre os artistas Betel Cucué, Rosa Marina Flores Cruz, Dorine van Meel, Felipe Viveros, membros dos Futuros Indígenas e da comunidade de Cherán e participantes da Universidade de Loughborough.
O projeto é hospedado por Radarprograma de pesquisa em artes contemporâneas da Loughborough University (LU Artes), apoiado pelo Fundo Mondriaan e parte da bolsa de pesquisa de Dorine van Meel no Instituto de Estudos Avançados.
Centrando as perspectivas e cosmovisões dos povos indígenas e afrodescendentes, o projeto se envolve com a justiça ecológica e a equidade interseccional. Abre um espaço para aprender uns com os outros através de expressões artísticas que apoiam as lutas pela defesa territorial e ajudam a moldar narrativas alternativas.
Como parte da celebração, Radar compartilhará pela primeira vez o trabalho de imagens em movimento criado coletivamente ‘Parhankua: Conversaciones Alrededor del Fuego’, ao lado de apresentações ao vivo, discussões e música. O evento convida os participantes de ambos os locais a se conectarem por meio de um momento compartilhado de reflexão, criatividade e intercâmbio.
O evento acontecerá das 17h às 20h no Stanley Evernden Studio (MHL0.14), Martin Halle on-line por meio do Microsoft Teams.
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Ao envolver-se com diferentes formas de ser e fazer em conjunto, o projeto procura construir relações de longo prazo enraizadas no cuidado e na solidariedade, relações que abrem um horizonte partilhado para o surgimento da justiça ecológica e social.
O evento é organizado por Betel Cucué, Rosa Marina Flores Cruz, Dorine van Meel, Felipe Viveros e membros de Futuros Indígenas e da comunidade de Cherán.
*Os ‘Parhankua’ são pedras usadas para apoiar a frigideira sobre o fogo e são um elemento essencial na cultura tradicional Purépecha em Cherán, Michoacán, México. Eles simbolizam a unidade familiar e a transmissão de tradições através das gerações. Na cultura Purépecha, o fogo é um espaço central de encontro onde as famílias se reúnem. É aqui que acontece grande parte do convívio, especialmente entre as mulheres, quer estejam a cozinhar, a partilhar histórias, a cantar, a resolver problemas ou a planear celebrações. O ‘Parhankua’ é verdadeiramente o coração da casa.